Bebê de 0 a 6 meses: Como e quando oferecer alimentos sólidos

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Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, até os seis meses os bebês devem ser alimentados apenas com leite materno, pois a substância atende a todas as necessidades nutricionais dos pequenos.

Entretanto, alguns pediatras são mais flexíveis e permitem a introdução de alimentos sólidos a partir dos quatro meses.

Muito gente critica a postura destes pediatras, mas na vida real, algumas mães precisam voltar ao trabalho e muitas vezes não podem manter a amamentação exclusiva até 6 meses.

Nós seguimos a recomendação da SBP, mas respeitamos as escolhas e a realidade de todas as pessoas.

Com seis meses, algumas crianças já conseguem manter sua cabeça firme, sentar-se bem quando apoiada e fazer movimentos de mastigar com a boca.

Alimentos para o início da introdução alimentar

Quando o pediatra liberar a introdução de alimentos sólidos, a dica é começar com alimentos com a consistência mais molinha somente nos primeiros dias, para facilitar a adaptação, a deglutição e a digestão dos bebês.

Para preparar as primeiras papinhas, tome o cuidado de escolher alimentos das 3 categorias principais: Construtores, Reguladores e Energéticos.

Outra dica para os bebês que estão sendo apresentados aos alimentos sólidos, é oferecer algumas semanas antes das papinhas salgadas, frutas raspadinhas com a colher ou amassadas com o garfo.

Maçãs, peras, bananas e mamão podem ser dados ao bebê nos lanches da manhã ou da tarde ou, ainda, sozinhas, sempre sem a adição de açúcar.

Quando introduzir novos alimentos?

Os pais que estão adicionando alimentos sólidos à dieta de bebês podem apresentar novos itens a cada dois dias, facilitando a adaptação dos bebês aos sabores e à textura desses itens.

Em caso de dúvidas sobre alergias ou intolerâncias alimentares, a dica é que os pais ofereçam esses alimentos sólidos sempre sozinhos, sem que outros sejam misturados.

No momento em que você for iniciar de fato o preparo das papinhas, é importante atentar para alguns detalhes:

  • A escolha de uma panela que não libere metais pesados
  • A utilização de potes livres de contaminantes
  • A forma correta de armazenar as papinhas
  • O congelamento e descongelamento correto, para preservar os nutrientes
  • Os temperos corretos
  • A higienização e remoção dos agrotóxicos
  • Lista de compras e cardápio organizado

Toda essa informação você encontra no Manual das Papinhas, onde, além de ter acesso a 100 receitas práticas, você vai aprender todos os detalhes para garantir uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

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